Terça, 17 de Outubro de 2017 |
Preço das casas no Algarve sobe 3,1% durante o terceiro trimestre de 2017

17:08 - 03/10/2017     504 visualizações ALGARVE
Atualizado em: 04/10/2017
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O preço das casas no Algarve registou uma subida de 3,1% durante o terceiro trimestre de 2017, situando-se em 1.649 euros/m2, a segunda região mais cara do país, segundo o índice de preços do idealista, o marketplace imobiliário de Portugal.
  • Com esta subida, o preço da habitação situa-se nos 1.649 euros/m2

  • A maior subida foi registada em Olhão (5,6%)

  • Loulé é o município mais exclusivo custando 2.162 euros/m2

Depois do verão, a maior subida no Algarve registou-se em Olhão (5,6%), seguida por Portimão (4,9%), Faro (3,6%) e Silves (3%). Por outro lado, a maior descida foi em Aljezur onde os preços desceram 4,2%, seguido por Castro Marim (-1%) e São Brás de Alportel (-0,2%).

Dos municípios analisados, o mais exclusivo para comprar casa no Algarve encontra-se em Loulé custando o preço do metro quadrado 2.162 euros, seguido por Lagos (1.947 euros/m2) e Albufeira (1.819 euros/m2). Apesar da subida de preços, o município mais económico está em Olhão, 1.034 euros/m2, seguido por São Brás de Alportel (1.083 euros/m2) e Aljezur (1.085 euros/m2).  

No resto do país o preço das casas em registou uma subida de 7% durante o mesmo período, situando-se em 1.602 euros/m2.

Regiões

Todas as regiões assistiram a um aumento de preços em relação ao segundo trimestre de 2017. As regiões que apresentaram uma subida mais significativa foram Lisboa e Norte (8,8% e 6,8% respetivamente), seguidas por Algarve com um aumento de 3,1%. As regiões com as menores subidas foram Alentejo (2%), Centro (1,8%) e Madeira com uma variação trimestral de 1,2%.

Lisboa com 2.231 euros/m2 continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve onde custa 1.649 euros/m2 e Madeira (1.288 euros/m2). Do lado oposto da tabela, encontra-se o Centro (956 euros/m2), o Alentejo (1.096 euros/m2) e o Norte (1.155 euros/m2), como as regiões mais baratas.

Distritos

Face ao segundo trimestre de 2017, 12 distritos viram os preços subirem no terceiro trimestre deste ano. Os maiores aumentos aconteceram em Lisboa (9,5%), Porto (8%) e Bragança (4,6%). Já a maior descida foi registada em Viseu e Vila Real (-1,7% em ambos os casos) e Santarém (-0,7%).

O ranking dos distritos mais caros é liderado por Lisboa (2.650 euros/m2), seguida por Faro (1.649 euros/m2) e Madeira (Ilha) (1.289 euros/m2). Os preços mais económicos podem encontrar-se na Guarda (646 euros/m2), Bragança (657 euros/m2) e Portalegre onde custa 687 euros/m2.

Capitais de Distrito

Durante o segundo trimestre de 2017, foram 14 as capitais de distrito que viram um aumento nos seus preços. O Porto lidera a subida entre as grandes cidades com 11,1%, seguido por Setúbal (6,9%) e Braga com um aumento de 5,5%. Por outro lado, Viseu assistiu a uma queda de preços de 4,5%, seguida por Beja (-3,5%) e Viana do Castelo com uma descida de 1,5%.

Lisboa continua a ser a capital de distrito onde é mais caro comprar, custando 3.946 euros/m2. Em seguida aparece o Porto (2.094 euros/m2) e Funchal (1.561 euros/m2). Em contrapartida, as capitais com os preços mais económicos são Bragança (638 euros/m2), Guarda (711 euros/m2) e Castelo Branco (724 euros/m2).

O índice de preços imobiliários do idealista

O idealista é o marketplace imobiliário de Portugal para comprar, vender ou arrendar. Com uma amostra de milhares de imóveis à venda, o departamento de estudos do idealista analisa, de forma quantitativa e qualitativa, a evolução de compra e venda de habitação em Portugal. Com a publicação deste relatório, o idealista pretende dar uma maior clareza e transparência à informação imobiliária do mercado Português.

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista analisaram-se 58.880 anúncios estavam anunciados na base de dados do idealista no dia 27 de setembro de 2017. Para assegurar a precisão dos dados, foram eliminados da amostra, os imóveis com preços desajustados no mercado e os imóveis com a tipologia “moradias isoladas”, visto que a sua presença no estudo compromete o preço em algumas zonas. O índice imobiliário do idealista é elaborado com os preços de venda em relação aos metros quadrados construídos.



Por: idealista









































































































 

 
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