Terça, 24 de Abril de 2018 |
Foto © Luís Forra/Lusa
Mais de 10.700 passageiros voaram este ano na linha regional Bragança – Portimão

11:50 - 05/01/2018     174 visualizações PORTIMÃO
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A ligação aérea regional que liga Bragança a Portimão registou 10.766 passageiros nos primeiros 11 meses do ano, mais 2.809 pessoas do que no período homólogo de 2016, foi anunciado a semana passada.

Na véspera de completar dois anos desde o voo inaugural da ligação Bragança-Vila Real-Viseu-Tires-Portimão, a Sevenair, promotora dos voos, destacou o crescimento de ocupação de 15% entre 1 de janeiro e 30 de novembro deste ano (10.766 passageiros), em relação ao período homólogo do ano passado (7.957 passageiros).

Em comunicado, o administrador da Sevenair, Carlos Amaro, mostra-se “satisfeito” com o resultado e com expectativas maiores para o próximo ano.

“Este foi o ano da consolidação da rota e as nossas expetativas para 2018 são de crescimento, em linha com a retoma da atividade económica, com as maiores necessidades de mobilidade da população residente em Portugal continental e com a dinâmica positiva que o setor do turismo tem vindo a conhecer”, sustenta.

Para o responsável, o crescimento da procura a esta ligação regional traduz-se pelo facto de “as pessoas reconhecerem nesta rota aérea uma solução regular, confiável e acessível para as suas deslocações de norte a sul no território nacional”.

A empresa adianta ainda que o melhor mês do ano foi agosto, com uma ocupação superior a 90%.

A 22 de dezembro de 2015 foi apresentada, no Aeródromo de Tires, em Cascais, a nova linha aérea regional, com um voo inaugural, no qual seguiu o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

A ligação foi concessionada por três anos à Aero Vip, que receberá do Estado, durante esse período, um total de 7,8 milhões de euros, foi na altura anunciado.

A concessão surgiu depois de, em novembro de 2012, o Governo ter suspendido os voos entre Bragança/Vila Real e Lisboa (que já eram realizados pela Aero Vip), com o argumento de que Bruxelas não autorizava mais o financiamento direto de 2,5 milhões de euros por ano à operadora.

 

Por: Folha de Domingo

 
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