Quarta, 26 de Setembro de 2018 |
Piolho do pombo leva a encerramento unidade coronária do hospital de Faro

16:44 - 29/04/2018     1894 visualizações FARO
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A presença de piolho do pombo no internamento da unidade coronária do Hospital de Faro levou ao seu encerramento, no sábado, para se proceder à desinfestação, disse hoje à agência Lusa fonte do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA).

A Lusa teve conhecimento de que haveria unidades fechadas no hospital de Faro devido à existência de piolhos e questionou o CHUA sobre a matéria, tendo fonte do centro Hospitalar reconhecido a existência de piolhos “provenientes do exterior” e a necessidade de deslocar os utentes para outra zona do hospital de Faro para continuarem a receber os cuidados necessários.

“Durante as limpezas diárias de ontem [sábado] foi detetada a presença de piolho de pombo, proveniente do exterior, no internamento da unidade coronária, pelo que se decidiu encerrar a unidade para proceder imediatamente ao processo de desinfestação e limpeza necessárias”, respondeu o CHUA por escrito.

A mesma fonte garantiu que os “doentes internados nesta unidade foram deslocalizados para outra enfermaria” e “continuarão a receber todos os cuidados necessários”, mas não precisou quantos doentes foram afetados.

O CHUA assegurou também que “não foi posta em causa, em nenhum momento, a saúde ou a segurança dos mesmos” utentes.

A fonte do centro hospitalar do Algarve, que além de Faro inclui também os hospitais de Portimão e Lagos, não esclareceu quanto tempo o serviço em causa vai estar encerrado, apenas adiantando que "o serviço será reaberto logo terminem os trabalhos de limpeza”.

Na origem da presença de piolho do pombo no hospital está, segundo o CHUA, “a existência de um grande número de pombos na cidade de Faro, nomeadamente nas imediações da Unidade Hospitalar”.

“É uma situação que o Centro Hospitalar vem a tentar resolver, nos últimos anos, junto do município e da autoridade de Saúde por forma a evitar que situações como esta ocorram”, justificou ainda a mesma fonte.

 

Por: Lusa

 
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