Portugal está a morrer e o Algarve vai gritar basta! Perante um cenário apocalítico de colapso demográfico e um abandono cruel e desumano dos mais frágeis, Faro prepara-se para um levantamento popular no próximo dia 21 de março.
A Marcha pela Vida já não é apenas uma celebração: é um grito de revolta e a última linha de defesa contra uma "cultura de morte" que está a aniquilar o nosso país!
Faro será o epicentro desta onda de choque, juntando-se a outras 11 cidades portuguesas que vão sair à rua em simultâneo. Famílias aterradas com o futuro, jovens e até grupos de motards vão invadir as ruas da capital algarvia. A concentração deste clamor desesperado está marcada para as 15h00, junto ao Liceu João de Deus, avançando como um autêntico exército de esperança até ao Jardim Manuel Bívar.
"O Estado está a atirar as nossas mães e os nossos doentes para o abismo!", alerta Miguel Reis Cunha, advogado e membro da direção da Federação Portuguesa pela Vida. "Queremos mostrar que Faro recusa fechar os olhos enquanto os mais frágeis são descartados. Esta marcha é um alerta vermelho: não podemos permitir que ninguém seja deixado para trás, seja no ventre ou no leito de morte!"
O NÚMERO QUE ENVERGONHA A NAÇÃO: 300 MIL VIDAS APAGADAS!
Os números são um autêntico massacre silencioso! Desde 2007, cerca de 300 mil mulheres recorreram ao aborto. Uma tragédia colossal, muitas vezes ditada pelo desespero absoluto, pela miséria e pela total falta de condições sociais e familiares. O Estado vira as costas e empurra as mulheres para escolhas dramáticas, acelerando a extinção do nosso próprio povo!
CONDENADOS A MORRER EM AGONIA: A Tragédia dos Cuidados Paliativos!
Um escândalo de proporções desumanas! Em 2024, mais de metade dos utentes em Portugal foram deixados a morrer sem conseguir uma vaga em cuidados paliativos. Cidadãos abandonados à sua sorte, condenados a terminar os seus dias em sofrimento atroz e sem qualquer dignidade. É uma emergência nacional que exige ação imediata antes que mais vidas se percam na escuridão do esquecimento!
É A HORA DA REVOLTA SOLIDÁRIA!
A Federação Portuguesa pela Vida, em conjunto com a sociedade civil, exige que o Estado acorde deste coma profundo! O movimento lança um ultimato para que se trave esta catástrofe com a criação urgente de redes de apoio à maternidade e um investimento massivo e imediato numa rede nacional de cuidados paliativos que cubra todo o território.
A força de uma nação vê-se na forma como trata os seus mais fracos. Se não agirmos agora, o que restará de nós?
Sobre a Federação Portuguesa pela Vida:
Fundada em 2002, a Federação é a voz incansável na frente de batalha pela defesa da vida humana, desde o momento da conceção até à morte natural. Luta diariamente contra a desumanização e exige a proteção da família e da maternidade no espaço público português.
EM ANEXO: Cartaz oficial deste ano.
Contactos de Emergência para a Imprensa:
Miguel Reis Cunha: 917 138 359
Luís Lopes: 963 092 228
Pe Miguel Lopes Neto
