Vila Real de Santo António assinala o Dia Nacional dos Centros Históricos, a 28 de março, com um programa dedicado à valorização do património histórico da cidade.
A iniciativa tem início às 11h00, com ponto de encontro no edifício da Câmara Municipal, de onde partirá um passeio pelo centro histórico, guiado pelo historiador Fernando Pessanha.
Pelas 12h00, no Salão Nobre do município, o vereador Fernando Horta dará início à sessão, que prosseguirá com uma mesa-redonda subordinada ao tema “18 anos após o Plano de Pormenor de Salvaguarda do Núcleo Pombalino de Vila Real de Santo António (PPSNP VRSA) – que expectativas, que concretizações?”.
A moderação estará a cargo da Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitetos e contará com a participação de Walter Rossa, coautor do PPSNP VRSA; Ileana Rosendo, autora do projeto de reabilitação da Pousada de Portugal; Renato Figueira, diretor do Departamento de Urbanismo, Espaço Público e Ambiente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António; e Filipa Faria, arquiteta da autarquia.
O evento é organizado pela Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitetos e pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.
No âmbito das comemorações, realizam-se ainda visitas guiadas ao património histórico, no dia 27 de março, às 10h00 e às 11h00, integradas na Rota do Património. A participação está sujeita a inscrição prévia, a efetuar através do endereço de correio eletrónico arquivo.municipal@cm-vrsa.pt.
Dia Nacional dos Centros Históricos
O Dia Nacional dos Centros Históricos assinala-se, em Portugal, a 28 de março, com o objetivo de homenagear o património histórico e cultural das cidades. A data evoca o nascimento do historiador Alexandre Herculano (1810), uma das figuras mais relevantes na defesa e valorização do património nacional.
Vila Real de Santo António constitui um exemplo notável de um centro histórico bem consolidado, marcado por uma identidade urbana coesa e por uma matriz pombalina rara no contexto nacional.
A clareza do traçado, a uniformidade arquitetónica e o contínuo esforço de salvaguarda e reabilitação têm permitido preservar a autenticidade do núcleo histórico, conciliando-o com a vivência contemporânea. Este equilíbrio entre preservação e dinamização reforça o papel da cidade como referência na valorização do património e na afirmação de uma memória coletiva viva.
CM VRSA
