O Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, inicia o ano escolar sem direção, equipa de coordenação e com serviços administrativos mínimos.
O Bloco de Esquerda conheceu ontem as respostas às questões colocadas pelos Deputados João Vasconcelos e Joana Mortágua acerca das medidas urgentes a serem tomadas a fim de garantir a normalidade e a tranquilidade no Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, condições alcançáveis com uma nova direção e um reforço da equipa de assistentes técnicos.
Recordemos que em meados de agosto, os parlamentares do Bloco denunciaram a demissão do diretor do Agrupamento de escolas Manuel Teixeira Gomes, alegando falta de condições para continuar a assumir aquela função, assim como a de presidente do Conselho Administrativo.
As falta de condições evocadas estão relacionadas com a acumulação de constrangimentos e dificuldades colocadas no funcionamento dos serviços administrativos desde 2014, com a saída de assistentes administrativas por mobilidade, resultando que no presente exercem funções nos referidos serviços 11 assistentes técnicas e uma coordenadora.
A resposta, agora conhecida, de parte do Gabinete do Ministério da Educação, garante que o número de pessoal nos serviços administrativos corresponde à dotação máxima de referência dos assistentes técnicos para aquele agrupamento escolar e que a Direção de Serviços Regional do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares não tem registo que indicie "perturbação ou prejuízo para o arranque das atividades do próximo ano letivo".
O AE Manuel Teixeira Gomes, é constituído pela Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, pela Escola Básica 2,3 Professor José Buísel, pela Escola Básica Major David Neto e pelo Jardim de Infância do Fojo.
Consulte aqui a pergunta dirigida ao Ministério da Educação e aqui a respetiva resposta.
Por BE