Presidenciais: Chuva abranda durante o dia das eleições intensificando-se após fecho das urnas

17:00 - 06/02/2026 ATUALIDADE
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para o dia de domingo, quando se realiza a segunda volta das eleições presidenciais, prevê um abrandamento da chuva que, a partir da noite, vai passar a precipitação contínua.

Na generalidade do território, o dia de domingo vai iniciar-se com alguns aguaceiros e precipitação dispersa, que pode ser por vezes acompanhada de trovoada, mas de forma isolada, e ocasionalmente sob a forma de granizo, disse a meteorologista do IPMA Maria João Frade, em declarações à Lusa.

A partir da tarde do dia das eleições, no litoral oeste, as previsões indicam que um aumento gradual de nebulosidade, com o céu muito nublado ou encoberto, que se vai deslocar gradualmente do litoral oeste para o interior e Algarve.

A chuva vai começar a partir da tarde de domingo no litoral oeste, estendendo-se às restantes regiões, e ao final do dia, já com as urnas fechadas, a precipitação pode vir a ser por vezes intensa, em particular no baixo Alentejo e Algarve.

No domingo, o vento vai soprar de fraco a moderado, mas ao final da tarde prevê-se vento forte.

O IPMA prevê ainda queda de neve acima dos 800 a mil metros de altitude, mas sem acumulação, com aguaceiros dispersos e não intensos, nas regiões norte e centro.

"Não é previsível que vá acumular neve de forma a que as pessoas não possam deslocar-se para votar. A queda de neve mais significativa prevê-se entre hoje e o final do dia de sábado", explicou a meteorologista.

Portugal continental vai começar a sentir no sábado de manhã os efeitos da depressão Marta, que traz chuva, neve, vento e agitação marítima e uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras a sul do rio Tejo.

 

Lusa