As celebrações, presididas pelo assistente do Setor Diocesano da Pastoral Prisional, o cónego Carlos César Chantre, contaram em Olhão com a participação de 17 detidos, quatro funcionárias da direção e administrativas, três guardas prisionais, para além dos cinco voluntários que acompanharam o sacerdote e em Faro com 10 reclusos, o diretor do Estabelecimento Prisional e a sua adjunta, cinco funcionários administrativos, para além das duas irmãs Missionárias da Caridade e dos quatro voluntários que acompanharam o sacerdote.
A organização explicou ao Folha do Domingo que as celebrações procuraram levar à população reclusa “a alegria autêntica e a luz de Jesus ressuscitado”. “A liturgia escolhida, do segundo Domingo da Páscoa, da Divina Misericórdia, encontrou particular sintonia com o local e os participantes, com o contexto vivido. A simplicidade e harmonia dos cânticos e a participação de todos nas leituras geraram uma atmosfera que se ia intensificando”, testemunhou, destacando também “o belo trabalho do coro e da música que favoreceu um ambiente de recolhimento e participação”.
No final das celebrações decorreu ainda um “momento de encontro e proximidade entre todos”. “Estes relatos têm o objetivo de manter a oração e o sentido de fraternidade pelos irmãos privados da liberdade. Que o tempo em que se encontram reclusos seja de reflexão, procura e encontro com Deus-Amor”, acrescenta ainda a equipa organizadora.
Folha do Domingo


