Sinopse
Exercício Final PAP
“Continuamos nessa correria de fazer mais...” Conceição
“A vida é uma brincadeira a sério!” Zélia
“Quero que me vejam realmente, que olhem para mim e vejam quem sou eu.” Raposo
“Será que o amor também acaba?” Milene
“Nunca gostei de descer. Não tenho queda para a coisa.” Mariana
“Sinto que estou em construção.” Soraia
“Tenho medo de ser sequestrada pelo caminho.” Catarina
“Sopra o tempo e desfaz tudo, e eu recomeço tudo de novo.” Luciane
As práticas artísticas pressupõem uma valorização dos processos de experimentação e de uma abertura à multidisciplinaridade. Um projeto de arte participativa e comunitária, contêm essas mesmas especificidades, caracterizando-se por uma certa hibridez.
Os vários cruzamentos plurais possibilitam complementaridades e diversidade, enriquecendo todo o processo e acrescentando outras camadas, neste caso a dramaturgia orientada pela Carla Moreira, a fotografia pelo Diogo Simão e o vídeo pela Ana Medeira.
A construção deste exercício final partiu sobretudo da experimentação e da improvisação, abraçando o risco e o erro como ferramentas de criação. “Tenho medo …” “Eu sinto…” “Eu quero…” as possibilidades de respostas refletem a singularidade dos participantes e os princípios comuns enquanto seres coletivos, que nos ligam a todos enquanto humanidade. Uma poética do fragmento que abre caminho para outros sentidos, preformada pelos corpos e textos dos participantes. "Lília Parreira"
Folha de Medronho


