Maria Lúcia Amaral alegou já não dispor das condições pessoais e políticas necessárias para continuar no cargo.

A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, apresentou esta terça‑feira (10 de fevereiro de 2026) a demissão, alegando já não dispor das condições pessoais e políticas necessárias para continuar no cargo, tendo o pedido de demissão sido aceite pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. 

A saída do Executivo foi proposta pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que assumirá temporariamente as respetivas competências. 

"O Presidente da República aceitou o pedido de demissão da ministra da Administração Interna, que entendeu já não ter as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo, e que lhe foi proposta pelo primeiro-ministro, que assumirá transitoriamente as respetivas competências, nos termos do artigo 6.º, n.º 2, da Lei Orgânica do Governo (Decreto-Lei n.º 87-A/2025, de 25 de julho), logo que a exoneração se torne efetiva", lê-se na nota divulgada na página oficial da Presidência da República.

De recordar que a demissão de Maria Lúcia Amaral surge num contexto complicado a nível nacional, na sequência da passagem das tempestades Kristin, Leonardo e Marta pelo país nas últimas semanas.

Uma saída que acontece na véspera do debate quinzenal no Parlamento, que acontece esta quarta-feira (11 de fevereiro de 2026) e deverá ser dominado, precisamente, pela resposta do Governo às tempestades que estão a assolar o país. 

 

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