- Requalificação devia ter sido retomada em 1 de setembro, mas passou um mês e pelo que dirigentes da Algfuturo verificaram, o que há é: "debandada" geral; obras na torre poente da ponte do Arade paradas já desde maio (foto); e responsáveis fugindo às responsabilidades, escondidos atrás de um muro de silêncio.

Passado um mês após a data do compromisso oficial de retoma, em vez de obras de requalificação em pleno, os estaleiros estão abandonados, não há frentes de trabalho, maior parte dos subempreiteiros foi-se embora, de dinheiro para pagar dívidas nada se sabe, é muito má a imagem com obras inacabadas ao abandono e há riscos de sinistralidade. É mais uma machadada no turismo e desrespeito pelos algarvios e suas entidades por parte dos agentes públicos e privados envolvidos e bloqueando toda a informação, o que é pronúncio de que algo  muito grave se passa nos bastidores.
Pelo que viram e ouviram, foi este o panorama de deprimente desolação com protestos da população com que dirigentes da Associação Algfuturo - União pelo Futuro do Algarve se confrontaram quando na passada semana percorreram a EN125 entre Faro e Vila do Bispo. Ressalta como escândalo maior as importantes obras de substituição dos cabos dos tirantes, a poente , na ponte do Arade(Portimão) paradas desde maio. Os únicos sinais visíveis de atividade são cinco homens em Vila do Bispo.
A machadada para o turismo resulta, além das obras que faltam, do trânsito condicionado, pavimentos incompletos, deficiente sinalização, etc., e de já ser certo que não estarão concluídas até à Páscoa e se duvidar que tal aconteça antes do verão.
Por outro lado, não é admissível que numa obra de relevante interesse público as autoridades, contra todas as regras mais elementares de transparência democrática, tenham construído um muro de silêncio atrás do qual se escondem.
Por isso, a palavra de ordem tem de ser. recomeçar já e a todo o vapor!

 

Por Comissão Executiva da Associação ALGFUTURO