Para além da descoberta das lendas e estórias que aquele espaço encerra - desde o período de reconquista da cidade de Silves pelos cristãos aos mouros, até à presença da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nas instalações do convento e jardim contemplativo da quinta -, os nossos jovens alunos visitaram a adega, onde aprenderam como se transforma a uva em vinho, qual o papel da cortiça nesta arte produtiva e o arrolhamento das garrafas. Realizaram ainda uma caminhada pela vinha, que permitiu revelar a influência dos solos calcários e argilosos no crescimento das uvas e consequente produção do vinho e experienciaram a arte da “desladroagem”.
São atividades como estas, fora da sala de aula, que unem geologia, produção local, história e cultura, que permitem formar jovens mais conscientes do território que os envolve, tornando-os, simultaneamente, parte ativa na promoção e divulgação do Geoparque Algarvensis.
Esta oferta educativa, dinamizada pelo Município de Silves, assume a geoeducação como um dos pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável, dando a conhecer o território do Geoparque Algarvensis - Geoparque Mundial da UNESCO, e alinha-se com a Agenda 2030 das Nações Unidas, através da prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) , designadamente o ODS 4 - Educação para promover o desenvolvimento sustentável e a cidadania global, o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis e o ODS – 12 Produção e garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis.
CM Silves




