• Os atores Ana Varela, Albano Jerónimo, Benedita Pereira e Jorge Corrula associam-se à campanha da Amnistia
• Basta que o contribuinte insira o NIF da Amnistia Internacional Portugal - 501 223 738 – quando estiver a preencher a sua declaração de IRS
A Amnistia Internacional lançou uma campanha a apelar aos contribuintes portugueses que, a partir de 1 de abril – data em que se inicia a entrega da declaração do IRS – e até 30 dejunho, consignem 1% do seu IRS à defesa dos Direitos Humanos.
Quatro nomes bem conhecidos do grande público associam-se à campanha da Amnistia: Ana Varela, Albano Jerónimo, Benedita Pereira e Jorge Corrula.
“O mundo está a mudar e não é para melhor. Por todo o mundo, vemos crescer o poder sem limites, o ataque a quem pensa diferente, a normalização do ódio e da exclusão. Esta mudança não acontece automaticamente, está a acontecer aos poucos. O medo substitui a tolerância, a desinformação substitui a verdade. E quando começamos a achar que ‘não é assim tão grave’, o silêncio substitui a ação”, alerta João Godinho Martins, diretor executivo da Amnistia Internacional (AI) Portugal.
“Apesar de tudo isto, ainda está nas nossas mãos defender os direitos humanos. Podemos fazer a diferença agora, sem esforço, escolhendo consignar 1% do IRS à AI - Portugal, de forma rápida, simples e sem custos adicionais”, acrescenta o responsável.
Importa sublinhar que a consignação deste valor não altera o reembolso dos contribuintes nem aumenta o imposto a pagar. A consignação refere-se a uma parte do imposto que iria para o Estado. Basta que o contribuinte insira o NIF da AI - Portugal - 501 223 738 – quando estiver a preencher a sua declaração de IRS no Portal das Finanças.
“A Amnistia Internacional sabe como a situação se tem deteriorado. Em todo o mundo, há quem arrisque — e perca — tudo para defender direitos humanos: liberdade, segurança, até a própria vida. Num momento em que o autoritarismo cresce e o discurso de ódio ganha espaço, há uma escolha que ainda está nas nossas mãos”, sublinha João Godinho Martins.
Com a consignação de 1% do IRS à AI - Portugal, cada contribuinte pode fazer a diferença diretamente, ajudando a tornar públicos os abusos de direitos humanos; estando ao lado de ativistas, jornalistas e cidadãos em perigo; mobilizando a sociedade; apelando ao cumprimento das leis internacionais e à tomada de decisões políticas justas e corajosas e participando no apoio de emergência às violações de direitos humanos e aos ataques aos defensores.
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