Mobilização empresarial reforça o Fundo Nacional de Emergência «Portugal Precisa de Si» e amplia a capacidade de intervenção junto das comunidades afetadas pelas tempestades

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) está a reforçar a sua resposta no terreno junto das populações afetadas pelas recentes tempestades. Esta intervenção humanitária tem sido possível graças a uma mobilização solidária alargada, que junta o contributo do tecido empresarial nacional ao apoio de milhares de portugueses. Este envolvimento coletivo tem sido determinante para assegurar maior rapidez, capacidade de atuação e continuidade no apoio às comunidades.

Num contexto marcado por danos significativos em habitações, deslocações de famílias e forte pressão sobre os meios de socorro, várias empresas mobilizaram recursos logísticos, viaturas, campanhas de angariação e apoios operacionais, que estão a ser aplicados diretamente no apoio às comunidades.

Entre os contributos em curso, destacamos o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, cujo donativo permitiu a aquisição de cerca de 3 mil lonas para proteção de habitações danificadas, bem como a compra de uma viatura logística e de equipamento de apoio à movimentação de cargas e limpeza de vias, reforçando a capacidade operacional no terreno. Também a Fundação Ageas contribuiu com um apoio financeiro destinado à aquisição de cerca de 1250 lonas, reforçando a resposta na proteção de habitações afetadas.

Sublinhamos também o apoio da Galp, que está a assegurar o abastecimento de combustível às viaturas da CVP. Este apoio é essencial para garantir a mobilidade das equipas e a continuidade das operações de emergência, incluindo o transporte de pessoas, bens e equipamentos.

A área de bens essenciais para apoio à população foi reforçada com o contributo da Missão Continente, através da disponibilização de bens de necessidade básica, fundamentais em contextos de acolhimento temporário e no apoio às famílias desalojadas.

Para reforço da capacidade operacional no terreno, a CVP conta com a colaboração da Santogal e da Fly Rent-a-Car, que disponibilizaram viaturas adicionais, bem como da Auchan, Bricomarché, Worten e Zurich, que contribuíram com materiais e artigos indispensáveis para as operações e apoio direto à população.

A resposta humanitária da CVP é ainda fortalecida por diversas empresas e fundações que que se associaram ao esforço de emergência e lançaram iniciativas de mobilização solidária, entre as quais Brisa, FNAC, Darty, Zurich Foundation, Amazon, BP, Central de Cervejas, CGITI Portugal, Coverflex, Cork Supply Portugal SA, Deloitte, Driscoll’s, Fundação Calouste Gulbenkian, Fujitsu, Glovo, Procter & Gamble Portugal e Tabaqueira.

Para a CVP, o envolvimento empresarial é um pilar essencial da resposta, permitindo transformar rapidamente solidariedade em apoio concreto: combustível que mantém viaturas a circular, equipas que chegam a zonas afetadas, bens que garantem dignidade em contexto de emergência e campanhas que mobilizam toda a sociedade.

A instituição mantém ativa a sua operação no terreno, em articulação com as autoridades e estruturas de proteção civil, e continuará a reforçar a resposta enquanto persistirem necessidades, com o apoio dos seus parceiros e da sociedade civil.

Através da plataforma “Portugal Precisa de Si”, disponível no website da CVP, estão a ser centralizados os apoios, assegurando a transparência na utilização dos recursos e garantido o direcionamento rápido e flexível dos donativos para as necessidades mais urgentes identificadas no terreno, nomeadamente apoio humanitário imediato, recuperação de meios essenciais e reforço da capacidade operacional.

A plataforma de apoio está disponível em: https://apoiar.cruzvermelha.pt/portugalprecisadesi

 

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