A mesma fonte adiantou que o aparelho, um Airbus H145 operado pela empresa Gulf Med, a quem foi atribuído por concurso público o serviço de helicópteros de emergência médica até 2030, “já está a voar”.
Referiu ainda que o “INEM vai aplicar as penalizações previstas no contrato” referentes aos vários dias em que este helicóptero, um dos quatro que integram o transporte aéreo de emergência médica, esteve inoperacional.
Lusa


