O evento é coorganizado pela Câmara Municipal de Silves, pela Busílis da Comunicação (Agência de Comunicação) e pelo Templo do Templo (oficina de estatuária e pintura que funciona num antigo armazém de mercadorias da estação ferroviária de Silves, aberta em 2010 e dirigida pelo escultor Villares Pires).
António da Cunha e Arlindo Arez representam Portugal neste encontro internacional, sendo o último algarvio e com obra visível nesta região (por exemplo, o Cristo que se encontra na Igreja das Ferreiras). Gabriel Muñoz Ramírez (Costa Rica), Marcos Torandell (Espanha), María Trinidad Caminos (Argentina), Marta Fresneda (Espanha), Paul Popescu (Romenia), Ricardo Kersting (Brasil) e Vito Guardo (Itália) são os restantes participantes neste Simposium. Todos trabalharão ao vivo, podendo os visitantes deste espaço, apreciar o que vai sendo criado.
A escolha de Silves e do seu Castelo foi decisiva, já que a história serve, na perspetiva da organização, «um dos objetivos fundamentais deste projeto: reconquistar para a escultura em pedra o primado das mãos e do figurativo». Nesse sentido, também o tema a trabalhar pelos escultores – a cortiça -, reflete a importância dada a uma atividade que marcou a história recente da cidade.
Ao longo destes quinze dias de atividade terão lugar alguns momentos musicais, nomeadamente um recital de música clássica com piano e flauta, também no Castelo, pelas 17h30 do dia 16 de maio, logo após a abertura oficial do Simposium e um concerto pela Orquestra e Jazz do Algarve, pelas 22h00 do dia 30 de maio, no Teatro Mascarenhas Gregório.
Por: CM Silves


