No total, ambos os espaços receberam 21,3 milhões de visitas em 2025, o que representa um crescimento de 4,7% face ao ano anterior. No que toca às vendas, o crescimento global foi de 8,4% no somatório dos dois Meeting Places (valores na faixa dos seis dígitos).
“Estes resultados são fruto de um trabalho contínuo que procura posicionar os nossos Meeting Places em Portugal como destinos de utilização mista, com uma oferta ampla que vai muito além do retalho de qualidade, integrando restauração, serviços diversos, eventos culturais e outras experiências relevantes para os visitantes. Esta estratégia tem contribuído para consolidar estes espaços como verdadeiros pontos de encontro, experiência e consumo”, afirma Mário Barros, Centres Markets Manager para o Sudoeste da Europa, Ingka Centres.
O MAR Shopping Matosinhos registou 12,8 milhões de visitas, mais 4% do que em 2024, enquanto o MAR Shopping Algarve atingiu 8,5 milhões de visitantes, um aumento de 5,8% face ao período homólogo. Também ao nível das vendas se verificou uma evolução positiva ao longo do ano: Matosinhos registou um crescimento de 6,7%, enquanto o Algarve apresentou uma evolução de 11,2%.
Paralelamente ao desempenho comercial, a Ingka Centres manteve o foco na implementação de práticas ambientais e sociais responsáveis. No caso do MAR Shopping Algarve, 27% da eletricidade necessária para a operação foi produzida através de uma instalação fotovoltaica local, contribuindo para a redução da dependência de fontes externas de energia e para a promoção de soluções de produção energética mais sustentáveis. Ao nível da gestão de resíduos, o Meeting Place registou uma taxa de reciclagem de 70%, sendo que 17% desse volume foi encaminhado para compostagem, reforçando a aposta em soluções de valorização de resíduos e economia circular.
O MAR Shopping Matosinhos tem também reforçado o seu compromisso ambiental através da adoção de práticas sustentáveis que visam reduzir a sua pegada ecológica. Atualmente, 100% da eletricidade utilizada no Meeting Place provém de fontes renováveis, sendo que 20% da energia consumida em 2025 foi gerada no próprio edifício através de uma instalação de painéis solares, representando um passo importante rumo a uma maior autossuficiência energética. No mesmo ano, o espaço não enviou resíduos para aterro, registando uma taxa de reciclagem de 74,2%, dos quais 30% foram transformados em fertilizante natural. Paralelamente o consumo de energia reduziu em 6% face a 2024, alcançando uma diminuição acumulada de 23% desde 2019.
O impacto social nas comunidades envolventes continuou também a ser uma prioridade. Através de parcerias com organizações não governamentais, entidades representativas e empreendedores locais, foram promovidas iniciativas que contribuíram para melhorar ou transformar a vida de 330 pessoas, envolvendo 2.102 participantes em ações de impacto social.
“Com estes resultados, reforçamos o nosso compromisso de desenvolver Meeting Places que combinam crescimento económico, responsabilidade ambiental e impacto positivo nas comunidades, contribuindo para um modelo de desenvolvimento mais sustentável”, conclui Mário Barros.
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