Numa tarde fria de inverno, o candidato presidencial percorreu o centro da cidade, começando pela Praça da República, onde cumprimentou apoiantes, comerciantes e populares. Ao longo da principal artéria comercial, a visita foi feita ao ritmo de conversas informais, cumprimentos espontâneos e demonstrações de apoio, num ambiente de proximidade que marcou toda a ação de campanha.
A ligação à cultura local esteve em destaque quando António José Seguro se juntou a grupos de cantares tradicionais do Algarve, entrando numa roda de corridinho e participando num momento musical com a Charola Amizade Estoicense, de Faro. Entre sorrisos e aplausos, o candidato sublinhou a importância da identidade cultural como fator de coesão e orgulho coletivo.
Um dos momentos simbólicos da visita aconteceu no Museu Municipal de Loulé, instalado na antiga alcaidaria do castelo, onde Seguro recebeu um exemplar da Constituição da República Portuguesa, entregue por Luís Filipe Madeira, deputado à Assembleia Constituinte. Na ocasião, afirmou o compromisso de respeitar e defender os valores fundamentais do regime democrático, destacando a liberdade, a dignidade humana, a igualdade e o respeito pela diversidade.
Em declarações aos jornalistas, António José Seguro reforçou a sua ambição de ser um Presidente da República capaz de “unir e mobilizar os portugueses”, defendendo um caminho de diálogo, estabilidade e responsabilidade, sem ruturas, mas com determinação para mudar o que considera necessário.
A visita terminou no emblemático Café Calcinha, onde o candidato voltou a interagir com a população num ambiente descontraído, antes de seguir para Portimão, levando consigo a energia de um Algarve que, nas suas palavras, acredita num futuro construído com as pessoas e para as pessoas.




