1. O Governo anunciou a redução de portagens da ex-SCUT em 15 %, incluindo a Via do Infante.
2. O compromisso do PS era que a redução fosse de 50 %. E porquê? Porque afirmavam que tinham um estudo que demonstrava que essa redução permitia um acréscimo de uso que garantia que o Estado não perdesse receita. O estudo nunca veio a público.
3. O compromisso do PCP e BE era a abolição. Entre os três o entendimento deu nisto.
4. Aguarda-se a reação do PS, PCP e BE que chumbaram uma proposta de que fui autor para suspender as portagens durante as obras na EN 125, nos troços mais afectados;
5. Em 2013, o anterior Governo tinha feito uma redução de 15 por cento . Serviu de pouco, como sempre disse. Não há desvio significativo de tráfego para a A22 com reduções desta natureza.
6. Os pesados vão ter uma redução de 30 por cento. O Algarve ficou fora do regime experimental de combustível profissional nas fronteiras. Porquê? Porque o Governo alega que tem pouca expressão nos pesados. Se assim é, porque diminui mais o valor das portagens para este segmento em detrimento dos passageiros?
7.Para promover a utilização da A22, atenuar o tráfego na EN 125, garantir a neutralidade da receita do Estado e favorecer a mobilidade no Algarve, o mínimo que pode dar resultado é uma redução de pelo menos 1/3 do valor. Menos que isso não se atinge qualquer destes objectivos.