Perante a inexistência de verba do Ministério do Ambiente para completar a obra, esta foi assim a única forma de viabilizar uma infraestrutura essencial para a mobilidade da ilha. Com esta decisão corajosa, tomada ainda em vigência do plano de reequilíbrio financeiro, pensamos mesmo que o Presidente da Câmara fez uma correta avaliação do que estava em jogo, substituindo-se à administração central no que toca ao investimento em obras públicas. Em resumo, sem a Câmara não haveria obra.
Nesta matéria, lamentamos que os farenses não tenham merecido pela parte dos partidos que apoiam o atual governo a mesma solidariedade revelada pelo autarca apoiado pelo PSD. Concretamente, causa estranheza até que os socialistas não tenham procurado junto do seu governo obter para Faro uma parte que fosse do financiamento da ponte como era sua obrigação. Isto só acontece por completa inutilidade política ou, pior, pelo desejo de recriminar mais tarde o Presidente de Câmara por um previsível fracasso.
Sem apoios de qualquer espécie, o Presidente Rogério Bacalhau assegurou, com firmeza e tranquilidade, a execução de mais este importantíssimo melhoramento nos acessos à Ilha – que se soma a todas as obras que já haviam sido desbloqueadas nos últimos anos, como o passadiço, o novo acesso e o parque de estacionamento exterior à praia.
Assim, e graças a esta postura séria, responsável e credível, as populações têm podido satisfazer importantes necessidades e anseios e, acima de tudo, manter a confiança no papel desempenhado pelo seu Presidente de Câmara, em cujo mandato se conta já um número assinalável de grandes conquistas como a Variante, os acessos à Praia, a revitalização do Centro Histórico e de toda a Baixa, o Parque Ribeirinho, a Escola da Lejana, as dragagens, a requalificação de estradas e caminhos, a recuperação financeira da edilidade entre outras.
Por: Comissão Política da Secção de Faro do PSD