«Os direitos dos trabalhadores-estudantes da ULS vão ser escrupulosamente respeitados. Falei imediatamente com o presidente da ULS Algarve e essa questão não está minimamente em causa», afirma.
O deputado recorda que se bate há mais de duas décadas pelo curso de Medicina da Universidade do Algarve. Em 2005, liderou uma petição, subscrita por cerca de 10 mil pessoas, reclamando o avanço da formação médica na região.
«Este curso nasceu também com uma dimensão inovadora, permitir que pessoas com formação superior prévia, capacidade e vocação pudessem abraçar a Medicina. É importante preservar esse espírito», sublinha.
Cristóvão Norte considera o curso um ativo estratégico para o Algarve, sobretudo com a futura dimensão universitária do novo hospital, defendendo uma ligação cada vez maior entre a Universidade e os serviços de saúde.
Sublinha igualmente o papel insubstituível dos enfermeiros e o valor próprio da enfermagem, reconhecendo a competência destes profissionais e o esforço de quem decide prosseguir estudos ou iniciar um novo percurso.
«Quem trabalha e estuda assume uma exigência acrescida que merece apoio. Devemos ponderar bolsas para colaboradores da ULS que frequentem Medicina e se comprometam a permanecer na instituição, já como médicos, durante um determinado número de anos. O Algarve precisa de formar e fixar profissionais», sustenta.
O deputado defende ainda a articulação entre a ULS Algarve, a Universidade do Algarve e os profissionais para compatibilizar horários, respeitando os direitos dos trabalhadores e assegurando a qualidade dos cuidados aos doentes.
PSD Algarve


